Isto só visto! Tenho esta "nova" médica de família há perto de dois anos. Nem a conheço, desde que moro duas localidades ao lado e alguém (leia-se alguma besta da Segurança Social) me mudou de médico assim para tão longe.
Para mais, nem preciso dela, apenas para uma receita ou outra. Na realidade estava a poupar-lhe trabalho e tempo; a minha mãe, quando cá vinha às suas consultas, aproveitava a oportunidade para pedir alguma receita para mim e pronto. De resto tenho acesso a médico da empresa bem como e seguro, que me da acesso a médicos de craveira diferentes destes e a clinicas privadas por um valor simbólico, em vez de aguardar numa sala de espera com 300 pessoas a tossir e a fungar.
Mas a médica... Esta senhora insistiu agora que não me receita mais nada sem me conhecer! De repente bateu-lhe um pingo de preocupação. A veia da consciência a sobressair. E o gosto por me fazer vir de perfeita saúde a um centro médico pejado de doenças.
Esta senhora, grande profissional da área da saúde tem por hábito, segundo soube agora demorar cerca de uma hora com cada paciente. "Bom", dirão alguns. Mau, direi eu; não é uma hora a observar o paciente, são três minutos de observação, cinquenta de conversa variada e sete para despedidas.
É assim o nosso Serviço de Saúde: com as adequadas iniciais "SS" não me admiraria se um certo dia apanhar o Himmler atrás do balcão com uma lata de Zyklon-B ao lado...
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