Pois é; fazendo jus ao nome do blogue, e fazendo jus ao meu (não) gosto pelo Catolicismo e por qualquer religião em geral, vou descrever uma breve nota, que hoje ouvi, só para se ter uma noção de que massa as pessoas crentes, de quem se pensa que têm valores mais apurados, são realmente feitas.
Uma amiga do meu cunhado, empregada na área da Saúde, e participante activa na Igreja e suas actividades diversas, tais como missas, retiros e grupos de jovens ligados a esta, encontra-se grávida; nada disto seria de estranhar, não fosse o seguinte, e passo a enumerar:
Primeiro, comprou casa com o namorado, há pouco menos de dois anos; segundo, tinha casamento marcado para muito breve; terceiro, está grávida de oito semanas e não sabe quem é o pai; quarto, tem tuberculose; quinto, disse tinha casamento marcado porque obviamente que o namorado, não devendo ser parolo, desmarcou tudo e mandou a menina às urtigas; sexto, foi escorraçada pelos pais; sétimo, mora em casa do tio do outro "namorado" suposto pai da criança (parece o raio da música) onde ele já residia; oitavo e último: a comprovar-se a paternidade, o coitado terá de desistir do curso superior e ir trabalhar para um qualquer boteco para criar o rebento.
Portanto, veja-se de que fibra e bons costumes são feitas as pessoas que frequentam este antro que é a Igreja. Citando Karl Marx: "A religião é o ópio do povo". Aparentemente, é o ópio e o óvulo do povo, eheheh... toda a gente lá vai, segundo me pareceu.
Escrevi estas linhas para, quando e sempre que criticarem o meu asco pela religião, ter pelo menos um bom e recentíssimo exemplo para dar. Exemplos antigos não me faltam...
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