segunda-feira, 23 de abril de 2012

A Igreja, essa instituição

Pois é; fazendo jus ao nome do blogue, e fazendo jus ao meu (não) gosto pelo Catolicismo e por qualquer religião em geral, vou descrever uma breve nota, que hoje ouvi, só para se ter uma noção de que massa as pessoas crentes, de quem se pensa que têm valores mais apurados, são realmente feitas.

Uma amiga do meu cunhado, empregada na área da Saúde, e participante activa na Igreja e suas actividades diversas, tais como missas, retiros e grupos de jovens ligados a esta, encontra-se grávida; nada disto seria de estranhar, não fosse o seguinte, e passo a enumerar:

Primeiro, comprou casa com o namorado, há pouco menos de dois anos; segundo, tinha casamento marcado para muito breve; terceiro, está grávida de oito semanas e não sabe quem é o pai; quarto, tem tuberculose; quinto, disse tinha casamento marcado porque obviamente que o namorado, não devendo ser parolo, desmarcou tudo e mandou a menina às urtigas; sexto, foi escorraçada pelos pais; sétimo, mora em casa do tio do outro "namorado" suposto pai da criança (parece o raio da música) onde ele já residia; oitavo e último: a comprovar-se a paternidade, o coitado terá de desistir do curso superior e ir trabalhar para um qualquer boteco para criar o rebento.

Portanto, veja-se de que fibra e bons costumes são feitas as pessoas que frequentam este antro que é a Igreja. Citando Karl Marx: "A religião é o ópio do povo". Aparentemente, é o ópio e o óvulo do povo, eheheh... toda a gente lá vai, segundo me pareceu.

Escrevi estas linhas para, quando e sempre que criticarem o meu asco pela religião, ter pelo menos um bom e  recentíssimo exemplo para dar. Exemplos antigos não me faltam...

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Nova etapa

Há muito que nao escrevo imas linhas por aqui. Que se lixe. Também nao espero que ninguém leia isto. É apenas um espaço onde posso descarregar palavras. Pará mais, avisei tempo útil que aconteceria.

E estou apenas a fazê-lo hoje porque há duas situações que me levam a pôr em palavras e que acontecem hoje: o meu rebento faz 17 meses (já anda, corre, abre e fecha portas, liga e desliga a tv e o dvd, quase que parte a bandeja deste, rouba telefones e comandos remotos, acha piada a arrumar brinquedos em vez de os deixar espalhados para mim e magoa-se sozinho a um nível quase diário. Estamos a crescer, portanto.

A outra razão é que a minha queridíssima começa hoje num novo emprego, onde vai auferir cerca de 200€ mais que no anterior. Noticias fantásticas, face à actual situação do mercado de trabalho. Também farão falta caso o puto parta de facto a bandeja do dvd. Best of luck, my love!

Nem vou corrigir eventuais erros de escrita. Primeiro, porque nao me apetece; segundo, porque desta forma, qualquer um dos meus dois leitores tem um eventual passatempo disponivel, que é corrigir-me; terceiro, porque este blog é escrito a partir de um iPhone num autocarro em andamento. Além do teclado ser pequeno, os solavancos nao ajudam.